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	<title>church &#8211; Paróquia de São José Operário &#8211; Diocese de Taubaté</title>
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	<description>A Paróquia de São José Operário está localizada na Av. Brigadeiro Faria Lima, 555 - Vila São José, Taubaté - SP. Informações: Telefone/WhatApp: (12) 3633-2388.</description>
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		<title>CNBB divulga declaração sobre os 50 anos do golpe civil-militar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[São José Operário]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2014 13:04:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias da Igreja]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) aprovou hoje, 1º de abril, declaração sobre os 50 anos do golpe civil-militar, intitulada “Por tempos novos, com liberdade e democracia”. O texto, assinado pela Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), alerta as “gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do Estado Democrático de Direito”....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) aprovou hoje, 1º de abril, declaração sobre os 50 anos do golpe civil-militar, intitulada “Por tempos novos, com liberdade e democracia”. O texto, assinado pela Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), alerta as “gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do Estado Democrático de Direito”. Os bispos relembram “os 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da lágrima” e reafirmam “o compromisso da Igreja com a defesa de uma democracia participativa e com justiça social para todos”. Leia, na íntegra, a declaração da CNBB.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DECLARAÇÃO</strong><br />
<strong>POR TEMPOS NOVOS, COM LIBERDADE E DEMOCRACIA</strong></p>
<p>A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB faz memória, neste 1º de abril, com todo o Brasil, dos 50 anos do golpe civil-militar de 1964, que levou o país a viver um dos períodos mais sombrios de sua história. Recontar os tempos do regime de exceção faz sentido enquanto nos leva a perceber o erro histórico do golpe, a admitir que nem tudo foi devidamente reparado e a alertar as gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do Estado Democrático de Direito.</p>
<p>Se é verdade que, no início, setores da Igreja apoiaram as movimentações que resultaram na chamada “revolução” com vistas a combater o comunismo, também é verdade que a Igreja não se omitiu diante da repressão tão logo constatou que os métodos usados pelos novos detentores do poder não respeitavam a dignidade da pessoa humana e seus direitos.</p>
<p>Estabeleceu-se uma espiral da violência com a prática da tortura, o cerceamento da liberdade de expressão, a censura à imprensa, a cassação de políticos; instalaram-se o medo e o terror. Em nome do progresso, que não se realizou, povos foram expulsos de suas terras e outros até dizimados. Ate hoje há mortos que não foram sepultados por seus familiares.</p>
<p>Ainda paira muita sombra a encobrir a verdade sobre os 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da lágrima. Ajuda-nos a pagar essa dívida histórica com as vítimas do regime a Comissão da Verdade que tem por objetivo trazer à luz, sem revanchismo nem vingança o que insiste em ficar escondido nos porões da ditadura.</p>
<p>Graças a muitos que acreditaram e lutaram pela redemocratização do país, alguns com o sacrifício da própria vida, hoje vivemos tempos novos. Respiramos os ares da liberdade e da democracia. Porém, é necessário superar a injustiça, a desigualdade social, a violência, a corrupção, o descrédito com a política, o desrespeito aos direitos humanos, a tortura&#8230; A democracia exige participação constante de todos.</p>
<p>Fiel à sua missão evangelizadora, a CNBB reafirma seu compromisso com a defesa de uma democracia participativa e com justiça social para todos. Conclama a sociedade brasileira a ser protagonista de uma nova história, livre do medo e forte na esperança.</p>
<p>Nossa Senhora Aparecida, padroeira de nossa Pátria, nos projeta com seu manto, ilumine nossas mentes e corações a fim de que trilhemos somente os caminhos da paz, da justiça e do amor.<br />
Cardeal Raymundo Damasceno Assis<br />
Arcebispo de Aparecida<br />
Presidente da CNBB</p>
<p>Dom José Belisário da Silva, OFM<br />
Arcebispo de São Luís do Maranhão<br />
Vice Presidente da CNBB</p>
<p>Dom Leonardo Ulrich Steiner<br />
Bispo Auxiliar de Brasília<br />
Secretário Geral da CNBB</p>
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		<title>“Eis o tempo!&#8230;”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[São José Operário]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2014 12:44:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias da Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[“Eis o tempo!...”]]></category>
		<category><![CDATA[church]]></category>
		<category><![CDATA[conversão]]></category>
		<category><![CDATA[quaresma]]></category>
		<category><![CDATA[trafico humano]]></category>
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					<description><![CDATA[Dom Jaime Spengler Arcebispo de Porto Alegre Os quarenta dias que antecedem a festa da Páscoa representam um tempo forte na vida da Igreja. É o tempo em que procuramos conscientizar- nos mais e mais, da misericórdia infinita que Deus usou para conosco e logo nos pediu para fazê-la transbordar para os outros, sobretudo aqueles...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dom Jaime Spengler</strong><br />
<strong>Arcebispo de Porto Alegre</strong></p>
<p>Os quarenta dias que antecedem a festa da Páscoa representam um tempo forte na vida da Igreja. É o tempo em que procuramos conscientizar- nos mais e mais, da misericórdia infinita que Deus usou para conosco e logo nos pediu para fazê-la transbordar para os outros, sobretudo aqueles que mais sofrem (Papa Francisco).</p>
<p>Para a Igreja é tempo de ‘purificação’ e de ‘iluminação’, durante o qual todos somos convidados a rever as dimensões de nosso batismo. Ponto de partida é a atitude de escuta do Mestre, para buscar compreender melhor as exigências do ‘seguimento’ e as implicâncias do ser discípulo. É por isso que esse tempo é marcado pelo convite à conversão; conversão que é sempre expressão de um medir-se com Cristo e seu Evangelho. Neste sentido, podemos perceber que conversão implica deixar-se encontrar por Cristo, ‘deixar-se olhar e salvar por Jesus Cristo’.</p>
<p>Para nós os envolvidos por aquilo que se cunhou denominar ‘mudança de época’, e que produz transformações que atingem todos os setores da vida humana, deixando as pessoas, por vezes, desnorteadas e estressadas, pois estão sendo afetados os valores mais profundos de nossa sociedade, as palavras do Senhor “convertei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1,15) expressam esperança! De fato, diante do ‘crescimento constante do deserto à nossa volta’, nós somos recordados que, no deserto, Jesus vence as tentações e o mal com a Palavra de Deus, e mostra a palavra que sai da boca de Deus como alimento. No deserto Jesus também reza! A Palavra ouvida entra na vida e na história de Jesus e se faz prece.</p>
<p>Durante os quarenta dias da Quaresma, a Igreja é insistentemente convidada ao deserto, à solidão, à conversão mediante a escuta da Palavra de Deus e atitude de oração. Mas não só! A penitência do tempo quaresmal não está reduzida aos aspectos interno e individual, ela também possui uma implicância externa e social (cf. SC, n. 110). Por isso, há anos, a Igreja do Brasil propõe a toda sociedade um tema de reflexão, estudo e prece, com cunho social.</p>
<p>Enquanto a comunidade eclesial vive a quaresma buscando reavaliar a qualidade, a determinação, as implicâncias de seu ser discípula, ela também vai ao encontro de todos os homens e mulheres, em atitude missionária, e propõe a todos a necessidade de, durante esse tempo, tomar consciência de uma chaga social que marca a história da humanidade: o tráfico humano! Diante desta realidade, fruto de ambições descabidas, de interesses espúrios, da falta de ética e da ausência do cultivo de valores, onde os direitos fundamentais do ser humano são pisoteados e ignorados, ninguém que tenha bom senso pode permanecer indiferente ou insensível.</p>
<p>Assim, durante o tempo da Quaresma a Igreja olha para si e para os seus, mas não se fecha sobre si mesma. Ela se deixa atingir pelas dores, feridas, tristezas e angústias do ser humano de todos os tempos, ciente de que seu Senhor veio para os famintos, sedentos, forasteiros, nus, doentes, prisioneiros (cf. Mt 25, 31-46), traficados!</p>
<p>Possamos todos juntos realizar um grande mutirão nacional em prol da promoção da vida humana e sua dignidade, a fim de que nenhum homem ou mulher, jovem ou criança seja vítima do trafico humano! Eis o tempo!&#8230;</p>
<p>Fonte: CNBB</p>
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